Mostrando postagens com marcador design. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador design. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Meu pé, meu querido pé...

Tentando deixar o Ctrl N mais a nossa cara, resolvemos criar um "desafio" do blog que irá acontecer de 15 em 15 dias. A ideia deste desafio é basicamente pegar um tema aleatório e produzir peças a partir dele. Nesta quinzena, o tema foi "pé" (ou "a resposta de um colega quando pedimos uma palavra qualquer"). 

Abaixo, segue o que cada uma de nós fizemos com um pequeno texto sobre como nos inspirou. 
Aconselho clicar nas imagens pra ver melhor os detalhes ;)







--
postei ouvindo:


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

O design mineiro em Cannes e sardinha enlatada

Pela primeira vez, um trabalho de uma empresa de Minas Gerais ganhou o prêmio Design Lions, em Cannes. A empresa, Greco Design. O trabalho, sinalização para um consultório odontológico:


A ideia, que trouxe o bronze no prêmio, surpreende por sua simplicidade. No dia 04 de setembro ocorreu, no Palácio das Artes, o evento Criatividade que gera Resultados, ligado ao movimento Minas em Cannes. O evento teve uma palestra de Gustavo Greco, proprietário e diretor de criação da Greco Design. A Cria esteve lá e pôde saber mais detalhes sobre a ideia premiada da Greco, relacionando-a ao mercado mineiro.


Greco, durante sua a palestra, usa a metáfora da sardinha para designar ao mercado mineiro. Sardinha? Calma, você vai entender. Muitas vezes, quando as pessoas se deparam com uma lata de sardinha para preparar um prato, acreditam que ele não ficará bom. Porém o designer afirma que um prato ser feito à base de filet mignon só é garantia de que 50% da receita ficará boa. Um prato bem feito, com sardinha, fica melhor do que um um prato qualquer feito com a carne de primeira.
Muitas vezes, os os publicitários mineiros se veem na situação de ter que fazer um prato bom só com sardinha, ou mais precisamente, um cliente com muitas expectativas e um orçamento pequeno.

Não é preciso muito para fazer algo bom, o que não significa que ter muito disponível é ruim. O fator decisivo que faz uma receita, seja ela à base de  sardinha ou filé, ficar boa é a criatividade. Uma das coisas que se conclui da palestra é: não desanimar ao se deparar com uma "lata de sardinha", e sim usá-la para fazer um bom prato.

No fim da palestra, todos receberam uma lata de sardinha com o dizeres: "E você? O que vai fazer com sua lata de sardinha?". Fica a questão para reflexão.


Peço desculpas pela falta de qualidade da foto, estou sem câmera. :(






Postei ouvindo:


quarta-feira, 9 de maio de 2012

Bird Lamp

Lâmpadas com inspirações em pássaros, feitas pela Fajnodesign. Lindo, não?





Postei ouvindo:



domingo, 29 de abril de 2012

Luzes, câmera... Personalização!

Para fugir dessa sociedade massificada e cheia de modismos em que vivemos hoje, uma nova estratégia que ganha cada vez mais o seu valor é a: Personalização!

Não estou falando de escolher a cor do seu celular ou os opcionais do seu carro, mas, sim, de personalizar um produto inteiro. Esse recurso pode não ser uma estratégia de marketing muito rentável pois muitas vezes é a produção em massa o principal fator de lucro das empresas. Mas, certamente agrega um valor enorme a marca e é uma das poucas oportunidades de ter uma coisa só sua.

Uma das maiores empresas do mundo a fornecer essa opção pros clientes foi a Nike. Com o site NikeID, a empresa proporciona aos clientes a opção de escolher diversos modelos de sapatos, materiais diferentes e uma infinidade de cores disponíveis, para não mencionar o cadarço e até mesmo a sola. Juntando tudo isso com um bordado a sua escolha, cria-se um tênis único, só seu e de mais ninguém.

Atualmente, é preciso ir diretamente a lojas credenciadas para fazer a personalização e não é em toda cidade que se encontra essas lojas. Além disso, essa brincadeira tem um preço: Os tênis saem numa média de 250 a 350 reais e levam cerca de um mês para ficarem prontos. Agora, caso você queira apenas se divertir, pode ir ao site http://nikeid.nike.com/ e criar o seu modelo! Alguns exemplos:

Cria ufmg:




Você pode até brincar com a marca [/troll]



Mas em geral, as pessoas colocam seus próprios nomes. Abaixo, um que eu fiz pra mim:





Uma outra marca que explora bem essa estratégia é a Dell, com a sua submarca "Alienware". É possível personalizar as cores, adicionar nomes, e claro, escolher a configuração perfeita para sua necessidade.




Assim como os tênis citados acima, a personalização desses brinquedinhos não sai barata não. Em dólares, os preços vão pra cima de 1500. Para conferir entre em: http://www.alienware.com/


Enfim, vamos acompanhando essa nova tendência que vem crescendo a cada dia. Afinal, quem não quer ser diferente de todo mundo?

Postei escutando:





sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Por que o simples é bom?

"Porque não assumimos que o simples é que é bom? Porque quando se trata de produtos físicos temos de sentir que os podemos dominar. Ao introduzir ordem na complexidade, encontra-se forma de fazer com que o produto nos obedeça. A simplicidade não é apenas uma questão de estilo visual. Não se trata de mero minimalismo ou da ausência de confusão. Envolve escavar por entre as profundezas da complexidade. Para se ser verdadeiramente simples tem de se escavar fundo. Se, por exemplo, não queremos ter parafusos em algo, corre-se o risco de acabar por ter um produto demasiado rebuscado e complexo. O melhor é ir fundo na simplicidade, compreender tudo aquilo que ela envolve e a forma de a alcançar. É necessário compreender em profundidade a essência de um produto para nos vermos livres das peças que não são essenciais."
O trecho acima foi escrito por Jonathan Ive, designer da Apple, famosa por seus produtos super minimalistas. As fotos a seguir são um complemento a idéia desenvolvida por Ive. Elas fazem parte de um projeto de uma agencia de design chamada ANTREPO, eles fazem uma crítica ao abuso e exagero de elementos em embalagens de produtos que usamos no nosso dia-a-dia. É incrível perceber que são poucos elementos essenciais na formulação de uma embalagem ou de um produto, e buscar essas características é juntar utilidade com eficiência. Produzir algo inovador é achar sua essência, é desenvolver só o necessário.









Postei ouvindo:

sábado, 17 de dezembro de 2011

Das pistas pro mostruário...



Ano novo chegando, todo mundo pensando em mudar de vida, se reinventar... em homenagem à essa festividade tão querida, o post de hoje é sobreee... design com materiais que iriam para o lixo! Se você não percebeu a conexão super direta entre os dois assuntos, talvez esteja na hora de dar uma estimulada na criatividade... só sugerindo.

Enfim, os materiais utilizados na construção das peças do artista Haroshi, escolhido da vez, são pedaços de skates quebrados. Dá uma olhada:












E pra fechar, teaser do artista, pra quem quiser ver ")


Postei ouvindo:

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Pixel (não) reprimido





Quem lembra do Post, "Do Pixel viemos, ao pixel retornaremos", do Rodrigo?
Então, hoje vou confirmar o título dele lhes apresentando a coleção de um designer japonês,Kunihiko Morinaga.
Sim, ele usou para a sua coleção Outono/Inverno o conceito de "baixa resolução", ou seja, aqueles malditos (ops!) pixels que constroem (ou destroem) uma imagem. Além disso, podemos perceber uma alusão ao brinquedo Lego, como, por exemplo, no salto dos sapatos.
Pois é, para quem ainda achava que esses micro quadradinhos só serviam para estragar a impressão da arte que você tanto trabalhou em cima, se enganou. Os pixels podem sim causar um efeito legal, como os que a coleção "Low"da marca Anrealage inusitadamente nos mostra abaixo. 





Haja criatividade para fazer um serzinho tão reprimido ficar tão bem posicionado, não é? E vivam os pixels reprimidos! Ah, para quem não consegue dar aquele pulo no Japão, a coleção toda está a venda no site deles, vale a pena conferir. Que tal um sapato todo pixelado? 

Ouvindo:


sábado, 17 de setembro de 2011

Uma letra e tudo mais que ela pode nos dizer



Seriedade, descontração, leveza, agressividade... Qual é o conceito que você pretende transmitir?
São inúmeros os estudos que dizem sobre os efeitos e emoções que as cores provocam em quem as vê, mas assim como as cores, uma tipografia também produz emoções. Para garantir que um trabalho transmita os conceitos desejados é importante compreender quais são as características daquele tipo e o que essas características transmitem.
Alguns fatores são importantes para pensar essas características: uma fonte sempre diz sobre qual ferramenta a criou e além disso podemos pensar no modo de construção dos tipos. Não basta um suporte para dizer características de uma fonte, o modo como ela é escrita interfere nessas características.
Há por exemplo uma diferença de contraste entre as fontes Helvética e Times. O alto contraste entre grosso e fino da Times é resultado do tipo de instrumento usado para fazê-la -  uma pena caligráfica que foi muito usada até a invenção dos tipos móveis, por isso a Times carrega consigo uma forte herança clássica.


Fontes como a Helvética já possuem pouco contraste, o que as distancia do modelo caligráfico. Como consequência há nesse tipo um distanciamento do clássico e aproximação ao que reconhecemos como contemporâneo.
O tom dos instrumentos usados para desenvolver um tipo diz sobre o tom que este tipo terá. Por exemplo: uma ferramenta informal como uma caneta hidrocor costuma produzir tipos informais. Sua ponta arredondada produz linhas homogêneas sobre o papel com pouco ou nenhum contrate entre grosso e fino e com terminações arredondadas. Dá pra lembrar da Comic Sans não é?
Desenhar com uma hidrocor uma letra serifada da times não terá o mesmo efeito de elegância de uma caneta caligráfica, assim como desenhar uma letra descontraída como a Comic Sans com uma caneta caligráfica não surtirá o mesmo efeito. As ferramentas transmitem involuntariamente suas características às letras por elas feitas.
As terminações são detalhes fundamentais para dizer sobre uma tipografia. As terminações podem dar um tom levemente descontraído, de informalidade,altamente descontraído ou ainda de seriedade.
O tom de uma letra ainda depende do modo como ela é construída. Escrever de forma espontânea, irregular ou com pouco cuidado acaba gerando uma fonte informal. 


Sobrepor diversas fontes de diferentes estilos nos dará uma imagem como essa:


A região mais escura nos revela áreas predominantes em qualquer estilo. É a forma genérica como nosso cérebro reconhece as letras. Quanto mais próximas a essa forma genérica , mais tradicionais costumam ser os tipos. É importante lembrar que formas que fogem à construção padrão costumam ser menos legíveis porque exigem mais tempo para que nosso cérebro as reconheça.

Postei ouvindo: Tony Bennett e Norah Jones - Speak Low



segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Muito mais do que só anotar recadinhos


Pode parecer engraçado, mas eu nunca entendi a real utilidade do post-it. É isso mesmo, aqueles papeizinhos coloridos que todo mundo anota recados e cola em algum lugar estratégico. Por outro lado eu sempre achei as cores lindas. Sendo assim, eu comprei toneladas de post-its (pensei muito e cheguei a conclusão que não sei como se fala isso no plural) na esperança de um dia achar uma utilidade para eles, ou quem sabe aprender a usá-los como o resto do mundo. No meu caso o que aconteceu não foi nenhuma das alternativas acimas e, todos os post-its que eu comprei só porque achava as cores lindas, estão agora soterrados em algum canto obscuro do meu quarto. 

No entanto, alguém achou uma maneira bem mais legal de usar estes post-its! Para a minha alegria e para a de vocês também, Yo Shimada fez uma escultura usando mais de 30 mil desses papeizinhos coloridos que grudam uns nos outros. Impressionante, não? Mas ela não fez isso tudo sozinha, ela contou com a ajuda de seus alunos da Universidade de Artes e Design de Kyoto. 

Bom, depois dessa eu estou indo ali procurar meus post-its empoeirados e ver se fui inspirada a fazer alguma coisa com eles. Caso contrário acho que vou só anotar alguns telefones, ou uns afazeres e colar na minha agenda mesmo.  

Já vocês podem dar uma olhadinha nas fotos da escultura, vista de alguns ângulos diferentes e em detalhes também. 










Tenho que admitir que esse post foi meio nostágico, assim como a minha inspiração auditiva. Fiquem ai com as musas, deusas das artes e proclamadoras de heróis!